segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

PM NA USP: QUEM É CONTRA?

Leiam reportagem de Fernanda Mena, na Folha. 
Os episódios de violência sexual dentro da Faculdade de Medicina da USP assustam tanto quanto o comportamento institucional que se seguiu.
As denúncias de assédio, abuso e estupros foram recebidas pela direção da instituição com indiferença. Tudo indicava que os casos seriam varridos para baixo do tapete.
Essa arbitrariedade não é rara na gestão do principal centro de ensino e pesquisa do país, a começar pela escolha de seu reitor: nomeado pelo governador ainda que não seja o mais votado da universidade. É o clichê do encastelamento acadêmico: olha-se o mundo de cima sem muito apreço pelos contratos que regem a sociedade a sua volta. E tudo se resolve ali dentro. CONTINUAR LENDO
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Frequentar algumas universidades no Brasil e no mundo não é pra qualquer um. Vejam bem, amigos, não mencionei a palavra cursar, mas frequentar. Por que? Qualquer pessoa que resolva passear por esses centros precisa ter estomago forte ou, apreciar a "cultura" universitária. Os campus é um campo aberto a todos os tipos de devaneios juvenis. 
Esses jovens, alguns com mais de 30 anos, acreditam que representam a vanguarda de sua sociedade e por serem a vanguarda, a eles deve ser permitido tudo. 

É comum nesses centros universitários o consumo de drogas, sejam elas licitas ou ilícitas. Festas regadas a bebidas, pó, maconha e sexo é a rotina para alguns "estudantes". Apologia a maconha e ao aborto é quase que uma regra. O feminismo, uma lei. 
Não são poucos os casos de violência ocorridas em festas dentro do Campus. Em setembro, um jovem foi encontrado morto na Raia Olímpica da USP, segundo laudo da policia, o mesmo teria ingerido drogas e se afogado. Leiam AQUI
Dias atrás, surgiram denuncias de estupro na USP de Ribeirão Preto. LEIAM
Certamente, a USP não é a única onde esses casos ocorrem. Todavia, e este é o meu ponto, basta a PM abordar um "estudante" para que o mundo acadêmico venha abaixo. 


Sim, há aqueles que querem estudar e que querem de fato se sentirem seguros pela PM, porém, há aqueles que usam as universidades como seus feudos e isso não é só entre alunos, mas também entre docentes. 
Quem não se lembra de estudantes da USP "protestarem" contra a presença da PM dentro da cidade universitária? 
Vejam esse vídeo  

É isso aí. Com seu "jeitão" de apresentador de um programa popular, Ratinho disse tudo! 
Nada melhor do que os centros acadêmicos para refletir a realidade de uma sociedade. Pelas nossas universidades, fica claro que ano após ano, damos mais um passo rumo a mediocridade. 
Só é contra a PM na Universidade quem é a favor do crime! 

Um comentário:

  1. Não querem a PM na USP pq são usuários de drogas, só por isso.

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